Veja as carreiras em alta e os cursos profissionalizantes mais procurados

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Você não faz a mínima idéia do que fará no futuro? Está em dúvida entre cursar web design, entrar para a faculdade de direito ou ser professor de educação física? Muita calma nessa hora! Apesar do conflito, nem tudo está perdido. Se você gostaria de fazer muitas coisas diferentes de sua vida, mas, ao mesmo tempo, acha que não seria tão ruim não fazer nada, dado o tamanho de sua indecisão, tente se orientar pelo mercado.
Em outras palavras, analise para quais profissões ainda há espaço neste competitivo mercado no qual vivemos e, desta maneira, veja as suas chances de ascensão nas carreiras pretendidas. Vamos começar pelas vagas de estágio, por exemplo. Essencial para quem deseja entrar no mercado de trabalho, o estágio compreende uma época em que há reais chances de crescimento profissional.
O mercado para estagiários
Você sabia que em algumas áreas faltam estagiários, enquanto em outras sobram? Os dados são da Abres (Associação Brasileira de Estágios). Por exemplo, com o crescimento das empresas da construção civil, há uma verdadeira “briga” entre elas para conseguir um estagiário da área de Engenharia Civil. “Fica mais crônica a situação quando exigem pessoas com determinado perfil ou a vaga é para a área comercial”, explica o diretor da Abres, Carlos Henrique Mencaci.
O motivo é que os alunos preferem trabalhar próximos ao processo de construção. Para se ter uma idéia da falta de estagiários nesse setor, enquanto há no Brasil mais de meio milhão de estudantes de Direito, os alunos de engenharia somam apenas 247 mil, segundo informações apuradas pelo MEC (Ministério da Educação).
Carreiras que vivem apagão de talentos
Outro bom exemplo são os profissionais de Engenharia Eletrônica, que estão sendo mais requisitados com a expansão do mercado de computadores. Há ainda os Engenheiros Automobilísticos que, com as vendas recordes de carros, estão entre os estagiários que podem contar com mais vagas. Uma outra carreira vive a mesma realidade: Biblioteconomia. Desde o momento em que as empresas começaram a investir com mais intensidade no patrimônio intelectual e na documentação, há poucos profissionais para estagiar na área. Trata-se de um curso pouco procurado no Brasil.
Estatísticos também estão na mesma situação. O melhor de tudo isso é que, com a falta de estagiários, os salários começam a inflacionar. “Existem empresas que oferecem salários de R$ 3 mil para um estagiário”, diz o diretor-presidente do Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios), Seme Arone Júnior. Entretanto, nas áreas com menos vagas e nas quais a concorrência é maior, os salários caem significativamente.
Mundo mutante
Bom, essas são as profissões em alta no momento, mas é importante ter em mente também quais são as carreiras que estarão em alta no futuro. Isso porque as necessidades da sociedade se transformam a cada dia, e as áreas de atuação que eram promissoras ontem não são mais hoje. As tendências são responsáveis pelo surgimento de profissões inusitadas e pela redescoberta de outras.
É possível tirar essas conclusões ao ler o livro “As profissões do futuro”, escrito pelo diretor da Cidade do Conhecimento da USP (Universidade de São Paulo), centro de estudos avançados de educação e trabalho, Gilson Schwartz. Para o autor, estamos entrando em um período de redefinição das profissões, que serão marcadas pela integração entre telecomunicações, tecnologia, mercado consumidor e conteúdo (por conteúdo, entende-se atualidades, gestão da informação e de relações sociais e tudo que diz respeito ao conhecimento).
A união dessas facetas ocorrerá em todas as áreas, como na gestão ambiental, na publicidade e na medicina. “A tecnologia é uma realidade que está mudando a forma de as empresas formarem suas equipes, ao mesmo tempo em que está gerando incertezas. Nem as faculdades estão preparadas para essa macrotransformação”, opinou Schwartz, que recomendou: “O ideal é que as pessoas procurem suas vocações dentro das profissões que são fomentadas pela tecnologia”.
Profissões do futuro
Veja quais são as carreiras do futuro: Engenharia de Produção; Administração, mas não somente de empresas, como também de órgãos públicos e empreendimentos do terceiro setor; e tudo que diz respeito a serviços pessoais e qualidade de vida.
Estamos falando de profissões como personal trainer, gestor de ecoturismo, prestador de serviços sociais, médicos (principalmente os que atuarem em segmentos recentes da medicina), engenheiro ambiental, engenheiro elétrico e engenheiro químico, que tenham especialidade em energia renovável. “Tudo que diz respeito à qualidade de vida das pessoas passará a ter mais valor. Há 15 anos, ninguém previa o crescimento do terceiro setor ou o advento da televisão digital no Brasil. E quem diria que tudo referente ao turismo teria uma forte ligação com a ecologia?”, finaliza Schwartz.
Cursos profissionalizantes
Haja fôlego para acompanhar as mudanças do mundo contemporâneo! Com tantas transformações, não é difícil entender por que os cursos profissionalizantes se tornaram verdadeiros atalhos ao mercado de trabalho. A razão principal é que, no Brasil, faltam profissionais qualificados em muitas áreas, o que significa que existem vagas, mas não há profissionais com conhecimento suficiente para ocupá-las.
Segundo uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apenas 18,3% das pessoas que procuram emprego têm qualificação necessária para ocupar o posto. Os dados revelam que existem 1,7 milhão de profissionais qualificados em um universo de 9 milhões de desempregados. Para quem não tem tempo a perder, um curso profissionalizante pode ser uma solução. “Não só por conta do custo acessível, mas também porque os cursos oferecem um aprendizado focado em determinadas habilidades e competências. É uma alternativa para o profissional que deseja disputar uma vaga no mercado de trabalho. Trata-se, no fim das contas, do tal do conhecimento aplicável”, explica o presidente do CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos), Wilson Roberto Giustino.
Os cursos mais procurados
Giustino explica que os cursos profissionalizantes mais procurados são os da área tecnológica (Web Design, Computação Gráfica, Programação e Design Gráfico), da área pessoal (relações interpessoais, formação de equipes, formação de líderes, técnicas de negociação, atendimento ao cliente, comunicação e expressão, criatividade em vendas) e da área administrativa (conceitos administrativos, contabilidade, estoque e compras, faturamento e financeiro, departamento pessoal). Os mais visados mesmo são aqueles ligados à área administrativa, mas o presidente do CEBRAC lembra que os cursos que auxiliam o profissional em todas as fases da carreira, desde a entrevista até sua ascensão em uma empresa, têm crescido de forma contínua, porque os jovens perceberam que não adianta ter somente o conhecimento técnico. “É preciso ter ética profissional”.

O que e por que terceirizar

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Um tema em permanente discussão nas empresas é a definição das atividades podem ser terceirizadas. As linhas de argumento que justificam a terceirização normalmente recaem num chavão tradicional que foi incorporado pela grande maioria de gerentes e administradores, que não desenvolvem análises mais aprofundadas para a tomada de decisão. O argumento básico utilizado é terceirizar atividades não centrais e executar em casa as atividades centrais.

A terceirização está aumentando significativamente em todas as empresas do mundo todo, sendo responsável por fatias elevados do faturamento de algumas grandes corporações. Pesquisas recentes feitas na Europa indicam que mais de 50 % das companhias tem desejo de aumentar o nível de terceirização que estão praticando.

Esse crescimento até certo ponto desorientado sem a cobertura de políticas internas claramente definidas está conduzindo empresas a situações ambíguas que causam certa apreensão aos dirigentes que não conseguem precisar se estão seguindo o caminho certo. Nesse sentido é muito comum constatar-se corporações com unidades de negócio terceirizam certas atividades enquanto outras mantêm as mesmas atividades sob sua responsabilidade. Um exemplo típico é a manutenção industrial.

Para os executivos corporativos é muito estranho e inquietante que suas unidades de negócio tenham conceitos diferentes sobre suas competências centrais e não centrais.

O conceito de competência central foi popularizado por C.K. Prahalad e Gary Hamel e bastante utilizado para formulação de estratégias empresariais. Eles exemplificaram que a competência central da Honda é fabricação de motores de combustão interna, que é o elemento comum no portfólio da companhia, com produtos diversificados como carros, motocicletas, geradores de eletricidade, cortadores de grama, motores náuticos, etc. Partir desse conceito para generalizar a definição do que deve ser terceirizado é uma metodologia simplista demais para ser tomada como política orientativa de decisões tão significativas para a empresa como são aquelas referentes à terceirização de suas atividades.

Para a empresa atingir os melhores resultados na sua especialização, existe uma variedade de atividades que dão o suporte necessário para que a atividade central da companhia seja exitosa. Esse conjunto de atividades que constitui um apoio estratégico para a atividade central, apresenta atividades com ligações especiais entre si e com a competência central necessitam ser analisadas e classificadas dentro de um enfoque que permita entender o papel de atividades não centrais dentro da atividade empresarial. A partir dessa análise é possível criar-se um modelo que permite orientar tomadas de decisões de terceirização.

Algumas das atividades não centrais da companhia podem ter tanta importância para o seu faturamento que a sua terceirização pode não ser recomendada. Um exemplo óbvio e simples sobre essa tese é a carreira do nosso tenista Gustavo Kuerten. Sua competência central é jogar tênis muito bem, entretanto ele pode ganhar muito dinheiro com publicidade em função dos seus resultados nas competições. Seria ilógico que ele não aproveitasse a oportunidade do uso de sua imagem, transferindo-a integralmente a terceiros.


Razões para terceirização


Antes de entrarmos no modelo que vai orientar decisões sobre terceirização de atividades, convém refletir sobre a necessidade que está motivando a terceirização. A terceirização deve atender a uma necessidade existente e sua implantação deve ser decorrência de uma avaliação racional sobre sua validade e não decorrência de modismo gerencial ou simplesmente atender ao desejo de alguém. As razões que normalmente justificam a terceirização são:

Indisponibilidade de capital: o fato de terceirizar algumas atividades pode reduzir as necessidades imediatas de capital

Falta de know how: justifica-se quando há insuficiente competência interna para as condições de competitividade do mercado, a terceirização pode ser um meio de suprir ou desenvolver mais rapidamente as competências

Flexibilidade: a necessidade de respostas rápidas às solicitações do mercado pode ser suprida por terceirização

Evitar capacidade ociosa: uma decisão de investimentos para ampliação de capacidade é decidida quando uma utilização mínima dos recursos patrimoniais está planejada, enquanto essa condição não for atingida, a terceirização da produção é uma alternativa

Economia de escala: quando fabricantes independentes atingem elevado nível de produção de componentes para fornecimento a várias empresas, obtém economia de escala que se justifica a terceirização. Ex: HP costumava produzir suas placas de circuito impresso, hoje terceiriza.

Surgimento de um mercado eficiente de fornecedores: quando o mercado oferece serviços eficientes justifica-se a terceirização. Ex: frotas próprias de transporte

Limitação de recursos: especialmente no caso de recursos administrativos

A par das necessidades acima mencionadas que podem justificar a terceirização há inconvenientes potenciais que podem surgir em decorrência do fato de terceirizar, que também devem ser pesados para fins de tomada de decisão. Os principais são:

Perda de know how: talvez o termo mais correto seja oportunizar que outros desenvolvam know how superior. Na década de 80 inúmeras empresas americanas contrataram fornecedores asiáticos como forma de reduzir seus custos de produção. Esses fabricantes tornaram-se sérios concorrentes.

Custos da transação: o tempo e os recursos necessários para negociar a terceirização e depois gerenciá-la podem ter efeito negativo sobre o resultado geral da atividade empresarial.


As vantagens e os riscos da terceirização devem ser avaliados com cuidado no processo de tomada de decisão. Para uma avaliação lógica e racional sobre como decidir o que terceirizar, o projeto “Manufactoring 2000 – IMD” propõe dois modelos para análise; o primeiro para facilitar o entendimento da situação atual da empresa e o segundo oferece caminhos para a empresa preparar-se para a terceirização.


Modelo de classificação competências em função do seu papel na atividade empresarial


Esse modelo de classificação de competência está apresentado no diagrama abaixo e apresenta cinco categorias de competência, a que se refere à competência central da empresa e as outras quatro decorrentes de subdivisão de competências não centrais.

  1. Competências distintivas: é a capacidade mais importante da organização, como anteriormente já citado, a fabricação de motores de combustão da Honda e a habilidade de jogar tênis de Gustavo Kuerten.
  2. Competências essenciais: são as atividades necessárias para que a organização possa funcionar. Por exemplo, se há uma exigência de certificação ISO 9000 para um fabricante automotivo poder fornecer o seu produto, o processo de gerenciamento da qualidade que lhe permitiu a certificação é uma competência essencial.
  3. Competências de extensão: referem-se às atividades relacionadas às atividades centrais que permitem que a empresa obtenha lucros. As atividades publicitárias de Gustavo Kuerten são extensão de suas habilidades de tenista.
  4. Competências protetoras: estão relacionadas com as atividades que se não forem bem gerenciadas podem colocar em risco o sucesso de toda a organização.
  5. Competências parasitárias: são atividades desenvolvidas dentro da empresa que desperdiçam recursos. Muitas vezes são heranças de conjunturas antigas que permanecem na organização sem a devida reavaliação.


O modelo descrito e ilustrado acima não deve ser interpretado como uma classificação de competências definitiva e permanente. As competências podem mudar de classificação ao longo do tempo em função de alterações das condições de mercado. Por exemplo, o surgimento de fornecedores confiáveis pode levar competências essenciais à situação parasitária. Muitas empresas que se instalaram na China foram obrigadas no início a desenvolverem internamente muitas atividades pela inexistência de fornecedores. Eram competências essenciais que foram terceirizadas à medida que foram surgindo fornecedores confiáveis.

O modelo de classificação vai permitir identificar aquelas atividades pertencente a diferentes classificações de competência que podem ser terceirizadas. Numa primeira análise, as que compõem o conjunto de competências parasitárias, ou incompetências, devem ser terceirizadas.

As competências essenciais e protetoras podem ser terceirizadas, se for garantida uma situação de controle de risco à atividade empresarial de toda a organização.

Um segundo modelo, que está apresentado no quadro abaixo, vai orientar a empresa sobre como proceder para promover a terceirização de atividades já analisadas e classificadas conforme o critério aqui apresentado. O modelo prevê a locação das competências numa matriz onde os eixos representam os riscos associados às atividades e a eficácia da atividade quando desempenhada internamente pela empresa.

Para cada quadrante da matriz há uma ação lógica recomendada. Atividades classificadas no quadrante de alta eficácia e baixo risco devem ser mantidas “dentro de casa”. Aquelas que classificadas no quadrante de baixo risco e baixa eficácia interna devem ser terceirizadas.

Atividades enquadradas como de elevado risco e baixa eficácia devem ser reestruturadas, movendo-as de quadrante, tornando-as mais eficientes ou de menor risco. Só após a administração da companhia ter obtido sucesso movendo a atividade para o quadrante onde a ação recomendada é terceirizar, pode ser viável sua terceirização.

Raras são as empresas que adotam alguma metodologia para tomadas de decisão sobre a terceirização de atividades. É muito normal a oposição interna de grupos de funcionários ou executivos contra posições favoráveis à terceirização de atividades devido à sua ligação pessoal com elas no presente ou no passado. O critério simplista de classificar atividades como centrais ou não centrais expõe as pessoas envolvidas provocando reações, pois ninguém gosta de ser considerado “não central” dentro da empresa, sendo diminuído em importância dentro do processo produtivo.

O modelo aqui apresentado possibilita a avaliação das atividades com critérios racionais que minimizam os impactos negativos nos indivíduos. Uma vantagem significativa que irá beneficiar a empresa que discute terceirização sob esse enfoque é a possibilidade real e imediata de ganhos ao se analisar a eficiência das atividades possibilitando sua reestruturação e eliminando tarefas desnecessárias.

As decisões sobre terceirização de atividades devem ser encaradas como iniciativas empresariais complexas devem seguir um modelo orientativo de ações para evitar que avaliações superficiais conduzam a equívocos nocivos à empresa.



As idéias contidas neste artigo foram extraídas do projeto “Manufacturing 2000 do IMD “, dirigido pelos pesquisadores, Jussi Hikkila, Thomas E. Vollmann e Carlos Cordon.

Gigante americana em imposto de renda abre processo seletivo no Brasil

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

H&R Block vai montar time de especialistas em preparar declarações


A H&R Block, responsável pela elaboração de imposto de renda de pessoa física de 25 milhões de norte-americanos, canadenses e australianos, acaba de chegar ao País por meio de uma joint venture com o Grupo Semco. No Brasil, a empresa vai dar início ao processo de seleção de profissionais que serão capacitados para garantir a qualidade do atendimento aos clientes brasileiros.

Num primeiro momento, serão contratados 180 profissionais, que participarão de um treinamento, a ser realizado entre os meses de janeiro e fevereiro de 2012.

Com 55 anos de mercado e 13 mil pontos de venda nos EUA, a H&R Block é reconhecida mundialmente por garantir aos seus clientes o valor máximo a ser restituído ou o valor mínimo a ser pago à Receita Federal. A companhia, que, também atua no Canadá e na Austrália, emprega 100 mil profissionais experientes na prestação de contas dos contribuintes aos governos.

As inscrições para participar do processo seletivo já estão abertas. Basta acessar o link Trabalhe Conosco no site da empresa.

Programa de treinamento da Fiat 2011 tem inscrições abertas

A Fiat tem vivido um acelerado crescimento nos últimos anos e é a empresa que mais gera empregos na indústria automobilística brasileira. Para continuar crescendo, a empresa busca pessoas comprometidas com o negócio, criativas e alinhadas com os valores da companhia através do Programa de Trainee 2011.

O candidato deve ter sido graduado entre dezembro de 2009 e julho de 2011 nos seguintes cursos: Administração de Empresas, Análise de Sistemas, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Banco de Dados, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Ciências Econômicas, Comunicação Social (Jornalismo e Publicidade e Propaganda), Engenharias (Controle Automação, Elétrica, Eletrônica, Mecânica, Mecatrônica, Produção, Software), Gerenciamento de Redes, Informática, Pedagogia, Processamento de Dados, Psicologia, Redes de Computadores, Sistemas de Informação, Sistemas para Internet, Tecnologia da Informação, Tecnologia de Informática, Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Software. Também é necessário ter inglês fluente e disponibilidade para mudanças e viagens.

O programa começa em novembro e dura 18 meses. As inscrições podem ser feitas no site até hoje.

Perdeu, mané

sábado, 3 de setembro de 2011

Olha só a importância que tem este aparelho na nossa vida... é desfazê-lo é muito difícil




Desabafo de uma Sacola Plástica


Desabafo de uma sacola plástica! Ouçam com atenção!



Créditos:
Sacola de Polietileno - Raphael Véles
Roteiro - Pedro HMC
Direção - Osíris Larkin
Som direto - Maria Eduarda Magalhães
Produção e Figurino - Maria Eduarda Magalhães
Edição - Osíris Larkinn

Abertas inscrições para bolsas de estudo nos EUA

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Primeira chamada do Programa Ciência Sem Fronteiras é voltada a estudantes de graduação

Foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira a primeira chamada do Programa Ciência Sem Fronteiras, do governo federal, que prevê a concessão de bolsas a brasileiros que desejem conduzir parte de seus estudos no exterior. A primeira chamada destina-se aos interessados na modalidade graduação-sanduíche em universidades dos Estados Unidos. As inscrições vão até o dia 30 de setembro. Os resultados serão divulgados entre novembro e dezembro, e o embarque acontece em 2012.

Para se inscrever, os candidatos devem apresentar bom rendimento acadêmico, além de ter concluído no mínimo 40% e no máximo 80% do currículo previsto para o curso de graduação no momento do início da viagem. Além disso, é preciso comprovar fluência em inglês. São exigidos, no mínimo, 79 pontos no exame Toefl-Ibet Test.

A primeira chamada pública do Ciência Sem Fronteiras permitirá às instituições de ensino superior nacionais selecionar estudantes. Para isso, elas terão de firmar um acordo de adesão com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), responsável pelo programa, por meio do qual se habilitarão a indicar os alunos.

Os estudantes interessados também terão a oportunidade de pleitear uma candidatura individual, sem o intermédio da universidade brasileira. Nesse caso, será preciso comprovar o ingresso no ensino superior por meio do Programa Universidade Para Todos (ProUni) ou do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) com nota no Exame Nacional do Ensino Superior (Enem) superior a 600 pontos e/ou ter sido premiado nas categorias dos Prêmios Jovem Cientista, Iniciação Científica e Olimpíadas da Matemática e/ou de Ciências.

Uma vez aprovado, o candidato receberá auxílio de 300 dólares mensais pelo período de 12 meses, pagamento das taxas escolares americanas, além de passagens aéreas para o percurso Brasil–EUA–Brasil. Nos casos em que a instituição americana não oferece alojamento e refeições, a Capes arcará com os custos referentes às taxas escolares e concederá bolsa integral ao aluno no valor de 1.800 dólares mensais. As despesas com a obtenção do visto são de responsabilidade exclusiva do estudante.

Fonte: Revista Veja

Governo aceita nova CPMF, diz líder na Câmara

Cândido Vaccarezza defende nova fonte de financiamento para a saúde. Mas diz que recursos também podem sair da regulamentação dos cassinos no país

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou nesta quinta-feira que o governo aceitaria, mas não apoia a criação de um novo imposto para financiar a saúde nos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

No momento em que a Câmara discute a regulamentação da Emenda 29, que regula os repasses para a saúde, o petista disse que é preciso discutir a criação de um mecanismo que aumente os recursos para o setor. De acordo com ele, o governo gastará 71 bilhões de reais com o setor em 2011. Se a CPMF ainda estivesse de pé, esse valor ultrapassaria os 100 bilhões.

O petista afirma que a fonte dos recursos adicionais para a saúde ainda será discutida, mas diz que a criação de um novo tributo é uma das propostas mais viáveis. Outra alternativa, segundo ele, seria aumentar a taxação sobre a remessa de lucros para o exterior. A medida viria acompanhada da regularização dos bingos e dos cassinos e do aumento do DPVAT para carros de luxo.

A Emenda 29 atualiza o percentual do orçamento que os gestores devem destinar à saúde. O impacto ficaria sobre os governos estaduais, já que municípios e o governo federal já ultrapassaram o limite estabelecido pela proposta. A oposição acusa o governo de protelar a aprovação da medida, por medo que o projeto seja alterado e crie despesas também ao Planalto. E se opõe à criação de tributos. O texto original da Emenda 29 cria a Contribução Social para a Saúde (CSS), imposto nos moldes da CPMF. Mas, para sair do papel, o tributo ainda precisa ser regulamentado pelo Congresso.

Fonte extra - Em visita a Minas Gerais, nesta quinta, a presidente Dilma Rousseff disse que haverá necessidade de criar um imposto para o financiamento da Saúde. Ela também afirmou que os recursos provenientes dessa fonte têm que ser destinados exclusivamente ao setor. Em entrevista à Rádio Itatiaia, de Belo Horizonte, Dilma declarou que se opôs à CPMF porque os recursos arrecadados com o tributo eram "desviados", mas que há necessidade de uma fonte extra de recursos para custear gastos que terão os três níveis de governo com a possível aprovação da Emenda 29, que regulamenta os gastos do setor.

"Não há saúde sem médico. Estávamos formando menos médicos que dez anos atrás, proporcionalmente. Não sou a favor daquela CPMF, por conta de que ela foi desviada. Agora, entre esse fato e falar que não precisa, precisa sim", declarou a presidente. Dilma disse ainda que vai "lutar" para que os recursos cheguem ao seu destino. "Pessoas que melhoraram e que vão melhorar de vida vão querer o quê? Serviço público de qualidade. É função de um governo buscar isso com todas as suas forças. Vou trabalhar diariamente para garantir que aquele R$ 1 destinado a determinado lugar chegue naquele lugar. Vou lutar para isso."


(Com Agência Estado)


Fonte: Revista Veja